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Tapioca

A tapioca, ou farinha de tapioca, muito consumida pelas tribos indígenas e pela população nortista e nordestina em geral com o nome de beiju, vem sendo uma forte aliada em dietas para perda de peso.

A tapioca tem sido bastante utilizada no café da manhã e em lanches, em substituição ao tradicional pão branco ou pão francês por ser um alimento bastante saudável e que também tem seu consumo liberado para os diabéticos.

Podendo ser combinada a ingredientes doces e salgados, a tapioca induz a sensação de saciedade e 50 gramas dessa farinha contém cerca de 70 calorias, mais ou menos o que contem em um pão francês.

Por ser um alimento de alto índice glicêmico, deve ser consumida por praticantes de atividades físicas em alta intensidade e atletas, contribuindo para a ressíntese do glicogênio hepático e muscular após o exercício.

GLUTEN
O glúten é uma proteína resultante da composição de duas outras proteínas: a gliadina e a glutenina. Estas são encontradas naturalmente no endosperma das sementes de alguns cereais como o trigo, a cevada, a triticale, a aveia, o centeio entre outros.

Para algumas pessoas a ingestão de glúten provoca danos na parede do intestino delgado acarretado prejuízos para a saúde. Como subproduto na obtenção do amido, é usado no fabrico de rações e alimentos ricos em proteínas e para a produção da glutamina.

Qualquer receita ou produto alimentar que apresenta na sua composição algum desses alimentos, vai possuir glúten, mesmo que em pequenas quantidades.

Quando ingerido em excesso, o glúten pode provocar a diminuição da produção da serotonina, o que leva a um quadro de depressão mesmo nos indivíduos que não possuem nenhum problema de hipersensibilidade a essa proteína.
O excesso de glúten também propicia o aparecimento de psoríase e da artrite psoriática.

Por ser uma proteína de difícil digestão, é comum haver algum tipo de intolerância ao glúten, semelhante à que ocorre com a lactose do leite, embora neste caso se trate de um açúcar.

Já a doença celíaca é uma reação autoimune do organismo provocada pela ingestão de glúten. As células de defesa atacam o glúten mas ao mesmo tempo atacam também as paredes do intestino, provocando uma atrofia na mucosa intestinal que impede a absorção dos nutrientes. É uma doença crônica que exige a eliminação total do glúten na dieta por toda a vida.

Acredita-se que a doença celíaca seja desenvolvida por pessoas geneticamente suscetíveis, sendo mais comum em mulheres e aparecendo geralmente na infância, embora possa surgir em qualquer idade.

Os portadores dessa doença não devem consumir nem mesmo carnes e legumes empanados em farinha de trigo, ou alimentos produzidos em óleo de fritura onde tenha sido imerso outro alimento contendo farinha de trigo.

Como a doença é crônica, seus portadores devem adotar uma alimentação sem glúten que geralmente deve ser seguida por toda a vida. Mas tal restrição também depende do grau de sensibilidade da pessoa ao glúten.

Muitas pessoas são intolerantes ao glúten e por esse motivo, o mercado de produtos alimentares sem glúten tem crescido bastante, para suprir a necessidade dessas pessoas.

Hoje podemos considerar um avanço o entendimento do glúten na alimentação e integração nutricional do individuo, mas muitas pessoas retiram essa substancia de sua dieta apenas por modismo e sem nenhum baseamento fundamental.
Os alimentos que contém glúten são todos aqueles que podem ser feitos com trigo, cevada, centeio ou aveia como bolachas, bolos, biscoitos, pão, torradas, e cerveja por exemplo.

A alimentação tem muitos alimentos com trigo por isso acabamos por consumir muitos alimentos com glúten, por isso, alguns indivíduos referem melhoras na saúde especialmente na regulação do intestino quando reduzem o consumo de glúten na alimentação.

O glúten está presente em muitos carboidratos, a redução do glúten na alimentação implica uma redução nas calorias e consequentemente no peso, algo que acontece em qualquer tipo de dieta, com ou sem restrição do glúten.

Como em qualquer caso nada em excesso é benéfico para a saúde, então devemos ao máximo diversificar nossas escolhas alimentares introduzindo novos e diferenciados alimentos evitando assim um desgaste e cansaço por parte de nosso organismo.

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